quinta-feira, 28 de julho de 2011
Smartphone a prova d'água
terça-feira, 19 de julho de 2011
Comentários sobre o GetGlue
sábado, 16 de julho de 2011
Um pendrive para o Iphone
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Recomendado para blogs/sites

quarta-feira, 29 de junho de 2011
Programas podem ajudar a recuperar objetos roubados
Pontos Negativos: Certos antivírus e firewalls podem atrapalhar o funcionamento desses programas. O firewall do Windows 7, se ativado no nível máximo de proteção, pode impedir programas como o Hidden e o Prey de se conectarem à internet, inviabilizando as outras ferramentas, como o acesso à webcam.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
A educação na era da cultura digital
No momento em que vivemos a cultura digital vem tomando cada vez mais espaço na sociedade globalizada. O desenvolvimento tecnológico acelerado só intensificou o processo. Se a Globalização iniciada ainda no período das grandes viagens marítimas europeias do século XV já fez com que mundos distintos se encontrassem, hoje é mais fácil verificar esses encontros inusitados. Não é nada incomum, por exemplo, encontrar uma criança indiana que conversa diariamente com um jovem dos Estados Unidos por meio de serviços de mensagens instantâneas, por exemplo. Isso, no entanto, levou a novos desafios, que a educação básica, tal como a que conhecemos hoje, não é capaz de resolver essa questão, justamente por isso, continua a ser trabalhada com avidez pelos teóricos da educação e, também, da comunicação.
De acordo com Castells, vivemos no período da chamada “sociedade em rede”, na qual a onipresença dos aparatos tecnológicos de informação e comunicação encurtou ainda mais as distâncias entre os pequenos mundos da nossa aldeia global e as disparidades entre os mais diferentes grupos culturais, classes sociais ou profissionais, por exemplo.
Um dos grandes problemas, no entanto, é a falta de acesso. Enquanto em determinados países, como a Islândia, já se usa uma rede social como o Facebook para se reescrever a Constituição, no Brasil, o acesso de metade dos utilizadores da Internet se dá apenas temporariamente por meio das lan houses, que estão bastante concentradas nos centros urbanos. Já em outros países como a Zâmbia, a situação é ainda mais precária, já que apenas uma pequena parcela da sociedade consegue ter acesso à tão famosa rede mundial de computadores.
Sendo assim, um dos principais objetivos para levar à consolidação da justiça social e do amplo acesso à Internet, é lutar por políticas sociais de inclusão que levem os menos favorecidos a terem mais chances de acesso, do mesmo modo, que aqueles que possuem renda mais elevada, tal como o governo Lula fez a partir de 2003, lutando pela implantação das chamadas “lan houses comunitárias”, que nada cobram de seus frequentadores além de um rápido cadastro no sistema geral.
Ainda no contexto da sociedade em rede que vivemos a produção de conteúdos pelos mais diversos pontos de vista passam a ser cada vez mais valorizada. A facilidade de produção também contribui bastante para isso, uma vez que o desenvolvimento dos computadores pessoais pela IBM na década de 1980, e a sua popularização crescente, a partir daí, realmente tornaram qualquer ser humano com uma dessas máquinas capaz de produzir conhecimento e, posteriormente, divulgá-lo através da Internet, que passou a ser comercial a partir dos anos 1990, depois de mais de uma década restrita aos círculos militares e acadêmicos de alguns poucos países desenvolvidos.
Outro ponto a ser considerado é o uso do computador na educação. Atualmente, no Brasil, ainda restrito a poucas escolas com a infraestrutura adequada à implantação dos laboratórios de informática. Sua expansão geraria um maior interesse pelo uso da ferramenta e de seus aplicativos, e ainda garantiria um melhor aprendizado, sendo este conectado às inovações tecnológicas.
Para isso, é necessário investir na qualificação dos professores e monitores das escolas públicas que abrigarão os laboratórios. Caso contrário, as máquinas apenas servirão como entulho tecnológico, sem servir aos seus devidos fins, da mesma forma que aconteceu com a implantação, por exemplo, do já obsoleto telégrafo. Apenas os qualificados conseguiam usá-lo, enquanto os demais apenas podiam enviar mensagens com a ajuda do telegrafista. Com o computador não é tão diferente, a diferença é que, agora, ele deve estar disponível para TODOS, e TODOS devem aprender a utilizá-lo da melhor maneira possível.
Baseado no texto “Cultura Digital e Educação: redes já!” de Nelson de Luca Pretto e Alessandra Assis, disponível no livro Cultura Digital.
Por Antônio, Rafaela, Edynardo, Laura, Alexandre, Joabson Bruno e Giovana.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Vocês conhecem o Wacom Bamboo Paper?
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Ensaio de um mundo visto no passado para o futuro do nosso presente

terça-feira, 14 de junho de 2011
Peixe Urbano, um modelo a ser seguido.

O site de compras coletivas de maior sucesso no Brasil tem a frente um jovem empreendedor de apenas 29 anos, trata-se do carioca Julio Vasconcellos. A historia vitoriosa desse jovem de negócios começou logo cedo, quando via o pai chegar em casa de terno, ele então pensava. "Eu queria ser dono do meu próprio destino, queria empreender, mesmo não sabendo disso ainda". Então decidiu fazer sua faculdade nos EUA, de La pra Cá não parou mais, depois de se formar, e de se especializar em MBA na região do Vale do Silício, na Califórnia, maior pólo tecnológico do mundo, tentou alguns projetos por conta própria, trabalhou em um software educativo, depois desenvolveu aplicativos para Iphones. Desde então se passaram dez anos, e ele percebeu que ficou tempo demais fora do Brasil,foi ai que ele decidiu voltar para a sua terra natal.
Vasconcellos então voltou ao Brasil já com o cargo de gerência do facebook no país, onde pouco tempo depois deixou o cargo para se dedicar somente ao antigo sonho do próprio negocio. Deixando a empresa facebook de lado, voltou-se então para um mundo ate então desconhecido no Brasil, o mundo das compras coletivas, um modelo de sucesso com o publico norte-americano. Pesquisou o modelo de negocio, e depois chamou amigos de confiança, e de acordo com suas palavras “os melhores que eu conheço”, Como Emerson Andrade, colega da especialização. E Alex Tabor, outro sócio do site, onde já haviam trabalhados juntos na empresa de software.
Ele conta quanto foi difícil dar os primeiros passos com o peixe urbano, o ex-gerente do facebook narra que chegou a gastar 40 mil para por o site no ar. Contar com a colaboração dos empresários brasileiros foi um desafio a parte, pois, ao procurar os donos dos restaurantes e estabelecimentos comerciais, o sentimento de desconfiança era algo vigente nas pessoas. Chegou a trabalhar de graça, dependendo da generosidade dos donos, que se por acaso se sentirem satisfeito com o negocio, poderia te dar uma comissão.
O criador do peixe urbano, hoje vai trabalhar de tênis, e afirma que essa é sua realização. Hoje depois de mais de um ano de sua fundação, a empresa conta com um total de 300 funcionários, e de ter superado a marca de um milhão de usuários cadastrados.
Motorola Xoom: Outro forte concorrente do Ipad 2?
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| Foto:Divulgação |











