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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Protesto no Chile!

Ultimamente está surgindo uma onda de protestos em todo o mundo. Primeiro, foi o movimento no Oriente Médio que resultou na queda de governos ditatoriais em alguns países, entre eles o Egito. Depois, vieram protestos na Grécia por causa dos seus problemas internos como a crise econômica no país. No Brasil, precisamente em Natal, ocorreram manifestações contra a gestão da prefeitura.

Nos últimos dias, no Chile, alguns estudantes estão protestando contra a má administração do governo chileno. Os chilenos afirmam que o governo não quer abrir um diálogo aos cidadãos. O último protesto ficou conhecido como ‘protesto silencioso’ com intuito de reclamar da falta de diálogo do presidente Sebastián Piñera. A seguir estão algumas fotos do protesto:







terça-feira, 21 de junho de 2011

Islândia usa Facebook para reescrever sua Constituição



Em tempos de sociedade de rede, a cultura digital ganha cada vez mais força. Exemplo disso é o fato de o governo islandês ter criado uma página no Facebook, para que os habitantes do pequeno país possam acompanhar o andamento da atualização da Constituição de seu país e sugerir novas cláusulas para o principal documento da nação.

A Carta islandesa é a mesma há quase 70 anos, já que foi adotada em 1944, quando o país conquistou sua independência da Dinamarca. É, basicamente, uma transcrição dessa última, com apenas algumas pequenas alterações.

Para participar, os islandeses precisam informar nome e endereço, e a sugestão passa por um moderador antes de ser publicada. O governo criou ainda um perfil no Twitter, uma página no YouTube e um conta no Flickr para estimular a população a participar da elaboração da nova Constituição.

A discussão deve prosseguir até o fim do mês, quando o projeto será encerrado. Depois de pronta, a nova Constituição ainda será submetida ao Parlamento islandês por duas vezes para garantir a sua ratificação.

por Antônio Netto

O #ForaMicarla chega a Alemanha nazista!

De uma maneira inesperada, Hitler recebe notícias de Natal, RN. Seus negócios no Brasil começam a ruir e o risco de ser descoberto torna-se cada vez maior!




Na verdade, o vídeo trata-se de uma paródia de uma cena presente em "A Queda: As Últimas Horas de Hitler", filme alemão de 2004 que mostra os últimos dez dias da vida de Adolf Hitler em 1945. Trazendo a figura do ditador para a realidade da cidade do Natal em 2011, o vídeo mostra a reação do próprio, ao descobrir uma possível traição de sua aliada em terras potiguares. Óbvio que tudo não passa de uma brincadeira inspirada no movimento #ForaMicarla, que vem ganhando repercussão nacional graças as manifestações de origem estudantil que exigem a renúncia da prefeita Micarla de Sousa. Confesso que há tempos não ria tanto de um vídeo nesse estilo. O vídeo já está em quase 1000 visualizações e o criador promete continuações!

domingo, 19 de junho de 2011

"O meu nome é Legião, porque somos muitos"


Um feito de muitos. Talvez esta seja a melhor maneira que há para tentar explicar o que é o Anonymous. A enorme comunidade online de anônimos, sem qualquer líder ou hierarquia, ganhou destaque na mídia internacional em virtude dos recentes escândalos envolvendo o Wikileaks. Após a divulgação de documentos secretos da diplomacia americana, companhias de cartões de crédito como Mastercard e Visa cortaram os meios de financiamento do site e bloquearam as contas de seu fundador, Julian Assange. Em resposta, surgiu na web uma campanha incitando usuários a sobrecarregar os sites dessas companhias com o intuito de derrubá-los, causando prejuízos às empresas. O movimento foi um sucesso, e o grupo que promoveu tal ação se apresentava apenas como Anonymous. Tudo isso aconteceu em meados de 2010: o embrião que viria a se tornar o coletivo de hackers anônimos responsável pelo ataque teve suas origens por volta de 2003.

Em fóruns ou imageboards da internet, visitantes que publicam alguma foto ou texto e não querem ser identificados são rotulados, pelos sites, de "Anonymous": anônimo, claro. Protegidos pelo anonimato, esses usuários poderiam externar opiniões polêmicas ou divulgar imagens e fotos chocantes sem precisar se preocupar com qualquer tipo de retaliação. Por causa desse comportamento, usuários de imageboards - como o 4chan - começaram, pelos idos de 2003, a se referir jocosamente aos anônimos como se eles fossem uma única pessoa: Anonymous. A partir disso e com a popularização crescente dos imageboards, o conceito foi evoluindo para a ideia de um coletivo de indíviduos não-identificados e que agiam de maneiras semelhantes.

Até então, Anonymous dificilmente poderia ser caracterizado sequer como um grupo: não passava de um mero conceito que abarcava indivíduos sem qualquer relação um com o outro e cujas atividades na internet não passavam de recreação. A partir de 2008, entretanto, um número cada vez maior de ações envolvendo ativismo hacker e protestos pela liberdade de expressão e liberdade na web passou a ser creditado a Anonymous, e o grupo - se é que é adequado usar o termo "grupo" - foi tomando a forma que tem hoje. Desde protestos online contra a corrupção na Índia até os ataques ao site da HBGary, firma de segurança americana disposta a manter o sigilo de documentos diplomáticos que poderiam vazar pelo Wikileaks, as ações do Anonymous como unidade colaborativa são inúmeras. Os meios pelos quais tais ações são tomadas por vezes são ilegais e constituem crimes cibernéticos, o que faz com que o grupo torne-se ainda mais polêmico.

Tais crimes podem dificilmente ser julgados, pois a tarefa de procurar um único responsável na enorme massa de anônimos é praticamente impossível. Afinal, qualquer ação exercida anonimamente por uma pessoa e que ela atribua a Anonymous a torna, efetivamente, membro da sociedade; ao passo de que o simples ato de deixar o anonimato de lado faz com que ela deixe de fazer parte do grupo. Isso não impede as autoridades de tentar capturar supostos envolvidos com a comunidade: os governos da Espanha e Inglaterra já chegaram a prender hackers suspeitos de estarem envolvidos com o Anonymous, rastreando suas atividades cibernéticas e descobrindo suas identidades. Contudo, como provar que eles realmente integram o grupo? E, mesmo que isso possa ser provado, que diferença fará para o gigantesco contingente de integrantes ao redor do globo?

Seja visto como um grupo de foras-da-lei lutando pelo bem da sociedade e pela liberdade ou como baderneiros que foram um pouco longe demais, o Anonymous é um coletivo que possui força suficiente para não dever ser ignorado, tanto pelos governos quanto pela população. De minha parte, acho que seus componentes devem ser no mínimo respeitados, senão admirados, por pelo menos se mobilizarem ativamente a favor do que acreditam ao invés de se mover somente pela inércia dos acontecimentos, como grande parte das pessoas. Deixo-vos com um vídeo-carta do grupo, datado de dezembro de 2010, no qual são esclarecidas suas intenções, potenciais alvos etc. Cliquem em CC para ativar as legendas em português.

E lembrem-se: "Somos Anonymous. Somos legião. Não perdoamos. Não esquecemos. Esperem e verão".




quinta-feira, 16 de junho de 2011

ONGs querem dar esperança aos animais!

Gatos no abrigo em Joplin, EUA
Na cidade de Joplin, no estado de Missouri, nos EUA sofreu no mês de maio com um tornado em que milhares de pessoas perderam suas casas e familiares. Porém, há 900 animais, incluindo cães e gatos que perderam seus donos e seu lar graças a tragédia, agora eles estão em abrigo.


 A ONG que organiza esse abrigo se chama 'Humane Society' e estimulam as pessoas a fazer trabalhos voluntários (como arrrecadar donativos) e adotarem os animais que foram abandonados em todo os EUA. Para mais informação, entre nesse site.


No Brasil

No Brasil existe várias ONGs com mesmo intuito. Nesse ano ocorreu a enchete que destruiu várias cidades da região serrana no estado do Rio de Janeiro e também vários animais domésticos perderam seus donos. Uma das ONGs é o Clube do Totó que também fazem campanhas para arrecadar donativos e estimula a população a adotarem esses animais.

 
Cachorro abandonado na região serrana do Rio de Janeiro



O twitter do 'Clube do Totó' é esse aqui: http://twitter.com/ClubedoToto

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Charges, redes sociais e participação política

No próximo ano serão realizadas eleições para prefeitos de todo o Brasil. Mas, no Rio Grande do Norte, o cenário de mudanças já pode ser notado. Como exemplos, temos o movimento Fora Micarla, que até o momento teve como última ação dos manifestantes a ocupação da Câmara Municipal de Natal desde a terça-feira 7. Além desse movimento, ocorrem paralisações de funcionários de vários setores do Governo Estadual, como professores – destacando-se a educadora Amanda Gurgel - e policiais civis.
Ainda no cenário político, nós brasileiros assistimos desde a semana passada às investigações feitas pelo Ministério Público Federal sobre o crescimento patrimonial da empresa Projeto, pertencente ao petista Antônio Palloci. As investigações resultaram de denúncias de que o patrimônio de Palocci teria aumentado 20 vezes entre 2006 e 2010 (período em que foi deputado federal) e o levaram a pedir demissão do cargo de Ministro-Chefe da Casa Civil também na terça-feira 7.
Diante de tantos escândalos políticos, percebemos a forte importância das redes sociais - como o Twitter e Facebook - as quais garantem que a população inconformada se manifeste e mostre sua indignação, além de serem grandes articuladoras para a divulgação de movimentos e passaetas promovidos contra o cenário político exercido por nossos governantes.

Por fim, vemos como consequência charges divulgadas por mídias sociais - jornais impressos, internet e revistas - as quais tem por finalidade satirizar e mostrar de forma crítica e cômica algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidas. Essas são apenas algumas que estão circulando ao longo da semana.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Cidadania das redes sociais


O movimento Fora Micarla ganhou força a partir das redes sociais como Facebook e Twitter. As duas passeatas que consolidaram o início do movimento foram marcadas como eventos do Facebook e divulgadas por toda a rede social para que o maior número possível de cidadãos fizesse parte, sem deixar de lado a divulgação pelo microblog.

Depois de duas passeatas e sem obter sucesso nas suas ações, os manifestantes que pedem o impeachment da prefeita optaram por ocupar a Câmara Municipal de Natal até que se instalasse uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para avaliar os contratos feitos durante a gestão atual. Depois de se formar a comissão para avaliar a gestão de Micarla de Sousa, a CEI acabou devido à falta de quórum da oposição, isto porque a vereadora Sargento Regina, responsável pela abertura da CEI, decidiu não participar mais da comissão quando soube que a presidência e a relatoria estariam nas mãos de aliados da Prefeitura.
Nesta terça, 14, a Prefeita realizou uma entrevista coletiva para justificar os atos da sua gestão e defender seu governo além de seus secretários, declarando que todos tiveram orientação de entregar relatórios com todos os contratos feitos durante este governo. Quando questionada sobre os manifestantes que pedem a saída da Prefeita, Micarla os definiu como componentes da oposição política ao seu partido e à sua pessoa. Afirmou ainda que os argumentos apresentados pelos manifestantes são inconsistentes e não possuem base argumentativa.

Tanto na coletiva concedida pela Prefeita quanto nas passeatas do protesto e na ocupação da CMN, fez-se uso do aplicativo do Twitter, Twitcam, para que o momento chegasse até mesmo aos que não estavam presentes. Além do twitcam, o próprio microblog conta com diversos perfis -pessoais e fakes - que relatam os movimentos e suas ações, assim como o andamento do protesto.

Manifestações e Confrontos, PUCRS

Junho de 2010, Porto Alegre, na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS) um movimento de alunos surge contra o Diretório Central de Estudantes (DCE), os manifestantes buscam novas eleições visando mudar a gestão atual.

Diversos conflitos se desencadearam ao longo dos últimos dias, muitos deles com agressões físicas. Os manifestantes chegaram ao ápice acampando em frente ao diretório em busca de mudanças, a justiça interviu e o juiz Fábio Vieira Heerdt, da Vara Cível do Foro Regional do Partenon, na Capital, concedeu liminar em ação de reintegração de posse ajuizada pela PUCRS.

Os protestos continuarão, diversos blogs de universitários comentam e expõem a situação dentro da universidade. Resta saber os próximos acontecimentos.

Nesta segunda-feira, 13, diversos videos das manifestações e dos conflitos ocorridos foram postados na internet. A seguir, temos alguns:


Também foi feito um Abaixo-Assinado no site Petição Pública.

Fernando Machado

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O PL 122/2006 é inconstitucional

Após tramitar no Congresso Nacional e ser arquivada, o Projeto de Lei 122/2006 foi ressuscitado pela senadora Marta Suplicy, do PT, com a assinatura de 27 senadores. Essa lei finge proteger a pratica homossexual, mas, na verdade, quer colocar uma mordaça na sociedade. O PL 122 criminaliza qualquer ação, opinião ou critica que venha ser interpretada como descriminação ou preconceito quanto ao homossexualismo no Brasil. O texto inconstitucional deste Projeto de Lei fere a nossa liberdade religiosa e de expressão, garantidas na Constituição Federal brasileira, expressas no artigo 5º, incisos 4, 6, 8 e 9. Para que esse projeto entre em vigor, os defensores alegam que todo mundo que critica a pratica homossexual é homofóbico. Isto é uma verdadeira estupidez. Homofobia é uma doença classificada na psiquiatria com aversão e discriminação ao homossexualismo que leva uma pessoa a querer matá-lo ou machucá-lo, pratica esta que repudiamos. Logo, existe uma diferença enorme entre criticar conduta e descriminar pessoas. Criticar a conduta homossexual é um direito garantido na Constituição. Eu sou um comunicador defensor da liberdade de expressão, e quero deixa claro que sou contra a descriminação. E isso não se refere somente aos homossexuais, mas a pratica discriminatória. Todo cidadão brasileiro é absolutamente livre para criticar crenças, teologia, políticos, igreja, pastor, padre, Deus, o diabo, quem ele quiser e achar melhor. Mas, agora pergunto ao amigo leitor: por que criticar homossexuais é homofobia? Porque querem tira este direito que você e eu temos, assim como o temos para expressar nossa opinião sobre um politico, líder, organização, bispos, padres e pastores etc? Com este posicionamento eles - os defensores do PL 122 - vão de encontro à Constituição Federal e ao estado democrático de direito. Allyson Gomes