




Em tempos de sociedade de rede, a cultura digital ganha cada vez mais força. Exemplo disso é o fato de o governo islandês ter criado uma página no Facebook, para que os habitantes do pequeno país possam acompanhar o andamento da atualização da Constituição de seu país e sugerir novas cláusulas para o principal documento da nação.
A Carta islandesa é a mesma há quase 70 anos, já que foi adotada em 1944, quando o país conquistou sua independência da Dinamarca. É, basicamente, uma transcrição dessa última, com apenas algumas pequenas alterações.
Para participar, os islandeses precisam informar nome e endereço, e a sugestão passa por um moderador antes de ser publicada. O governo criou ainda um perfil no Twitter, uma página no YouTube e um conta no Flickr para estimular a população a participar da elaboração da nova Constituição.
A discussão deve prosseguir até o fim do mês, quando o projeto será encerrado. Depois de pronta, a nova Constituição ainda será submetida ao Parlamento islandês por duas vezes para garantir a sua ratificação.
por Antônio Netto
De uma maneira inesperada, Hitler recebe notícias de Natal, RN. Seus negócios no Brasil começam a ruir e o risco de ser descoberto torna-se cada vez maior!
Na verdade, o vídeo trata-se de uma paródia de uma cena presente em "A Queda: As Últimas Horas de Hitler", filme alemão de 2004 que mostra os últimos dez dias da vida de Adolf Hitler em 1945. Trazendo a figura do ditador para a realidade da cidade do Natal em 2011, o vídeo mostra a reação do próprio, ao descobrir uma possível traição de sua aliada em terras potiguares. Óbvio que tudo não passa de uma brincadeira inspirada no movimento #ForaMicarla, que vem ganhando repercussão nacional graças as manifestações de origem estudantil que exigem a renúncia da prefeita Micarla de Sousa. Confesso que há tempos não ria tanto de um vídeo nesse estilo. O vídeo já está em quase 1000 visualizações e o criador promete continuações!

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| Gatos no abrigo em Joplin, EUA |
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| Cachorro abandonado na região serrana do Rio de Janeiro |
No próximo ano serão realizadas eleições para prefeitos de todo o Brasil. Mas, no Rio Grande do Norte, o cenário de mudanças já pode ser notado. Como exemplos, temos o movimento Fora Micarla, que até o momento teve como última ação dos manifestantes a ocupação da Câmara Municipal de Natal desde a terça-feira 7. Além desse movimento, ocorrem paralisações de funcionários de vários setores do Governo Estadual, como professores – destacando-se a educadora Amanda Gurgel - e policiais civis.
Por fim, vemos como consequência charges divulgadas por mídias sociais - jornais impressos, internet e revistas - as quais tem por finalidade satirizar e mostrar de forma crítica e cômica algum acontecimento atual com uma ou mais personagens envolvidas. Essas são apenas algumas que estão circulando ao longo da semana. 
Depois de duas passeatas e sem obter sucesso nas suas ações, os manifestantes que pedem o impeachment da prefeita optaram por ocupar a Câmara Municipal de Natal até que se instalasse uma Comissão Especial de Inquérito (CEI) para avaliar os contratos feitos durante a gestão atual. Depois de se formar a comissão para avaliar a gestão de Micarla de Sousa, a CEI acabou devido à falta de quórum da oposição, isto porque a vereadora Sargento Regina, responsável pela abertura da CEI, decidiu não participar mais da comissão quando soube que a presidência e a relatoria estariam nas mãos de aliados da Prefeitura.
Nesta terça, 14, a Prefeita realizou uma entrevista coletiva para justificar os atos da sua gestão e defender seu governo além de seus secretários, declarando que todos tiveram orientação de entregar relatórios com todos os contratos feitos durante este governo. Quando questionada sobre os manifestantes que pedem a saída da Prefeita, Micarla os definiu como componentes da oposição política ao seu partido e à sua pessoa. Afirmou ainda que os argumentos apresentados pelos manifestantes são inconsistentes e não possuem base argumentativa.
Tanto na coletiva concedida pela Prefeita quanto nas passeatas do protesto e na ocupação da CMN, fez-se uso do aplicativo do Twitter, Twitcam, para que o momento chegasse até mesmo aos que não estavam presentes. Além do twitcam, o próprio microblog conta com diversos perfis -pessoais e fakes - que relatam os movimentos e suas ações, assim como o andamento do protesto.